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 O agronegócio da capital tem o maior pib da região norte

pppPorto Velho tem o maior PIB do agronegócio em toda a região norte. Mesmo com muita gente jogando contra; com a pressão das ONGs que querem nos manter dependentes e, ao mesmo tempo, tomar nossas riquezas para seus países de origem, mesmo assim Porto Velho, com todos os seus problemas, tem um crescimento do PIB da agricultura e pecuária muito acima da média de todo o norte. Rondônia, como um todo, está andando no mesmo caminho. Nossa carne é disputada por grandes mercados mundiais, como Espanha, China e a União Soviética. Nossa Capital, que já tem um porto graneleiro para a soja, principalmente, está ganhando mais dois outros portos privados. Um deles é do gigantesco Grupo Maggi, começa a funcionar já neste ano de 2014, ao que tudo indica. Nossa economia, que os mais pessimistas diziam que despencaria depois da conclusão das obras das duas usinas hidrelétricas, continua crescendo e, cada vez mais, no agronegócio, que é sólido e se amplia. Não fossem os excelentes resultados da nossa produção, vinda na grande maioria dos casos de pequenos produtores – quase 100 mil propriedades no Estado – estaríamos numa enrascada, com crescimento negativo assustador. 

É sempre bom observar esta questão para destacar que é uma lástima que tenhamos tantas forças contrárias ao nosso desenvolvimento, muitas vindas das pressões externas, mas outras tantas da política ideológica e por vezes atrapalhada do governo federal, em relação a esse segmento vital da nossa economia. O agronegócio é quem tem mantido nosso país  com  a cabeça para fora da recessão, mas nosso governo, ao mesmo tempo que sabe disso, precisa prestar contas aos seus amigos da vizinhança e de outros países, que exigem que a Amazônia seja mantida intocada. Por enquanto, o bom senso ainda está prevalecendo, mas não se sabe até quando.

 

BÊBADOS À SOLTA                                                 

 

No total, 718 pessoas pegas em 2013, dirigindo bêbadas em Porto Velho. Praticamente 60 casos por mês. Houve um final de semana em que 29 motoristas foram pegos e tiveram suas habilitações apreendidas nas blitz. Pena que nenhum deles tenha sofrido algum tipo de punição dura, a não ser pagar uma multa e sair livre. Para dirigir bêbado de novo. Lamentável a legislação que tem começo e meio, mas não tem fim. Sem punição de verdade, os bêbados continuarão ferindo e matando no trânsito.

 

NO PAÍS DA DONA DILMA

 

Seria muito bom morar no país que dona Dilma Rousseff apresentou como seu fosse o Brasil, em sua discurso de final de ano. Recheado de autoelogios, ela só falou sobre as coias boas (e as há, realmente!). Nenhuma palavra sobre o PIB ridículo, metade do previsto; sobre a economia que só se mantém com a cabeça de fora por causa do agronegócio. No país dela não há a guerra civil com 50 mil assassinatos por ano e nem 45 mil mortes no trânsito. Todos nós gostaríamos de morar no país virtual que nossa Presidente criou!

 

CRISE DE HUMAITÁ

 

 

A crise entre brancos e índios, acirrada pelas posições políticas e ideológicas de vários organismos oficiais, que deveriam pregar a paz e a integração, antes de tudo, continua fervilhando na região de Humaitá. Sobre o assunto, vale a pena ler uma postagem nas redes sociais feita pelo competente jornalista Valbran Júnior: “para dizer o mínimo, é muita má vontade, aliada à irresponsabilidade das autoridades envolvidas na operação para conter os revoltosos contra os índios Tenharin, na região de Humaitá”, desabafou.

 

PERMISSIVIDADE IRRACIONAL

 

E prosseguiu: “mesmo com cerca de 400 homens do Exército, Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal destacados para conter os ânimos, assisto nos noticiários que ainda deixaram os indígenas reativar o pedágio ilegal na rodovia Transamazônica, onde três pessoas teriam sido sequestradas. Essa permissividade irracional, tolerada há décadas, poderá servir de combustível para incendiar ainda mais a situação”. Precisa dizer mais?

 

ABISMO SOCIAL

 

Rondônia tem 32 milionários, com fortunas que superam os 50 milhões de reais. Eram pouco mais de 20, há oito anos, mas o percentual cresceu em mais de 30%. Os riquíssimos são 35 no Acre e 129 mil no Brasil, a grande maioria concentrada em São Paulo. Os outros cerca de 190 milhões de brasileiros, que sobrevivem às duras penas e, entre eles, muitos milhões que não têm nem o que comer, ficam do lado de cá do enorme abismo social que caracteriza nosso país. Do lado de lá, a minoria vive no Paraíso.

 

COMEMORAR O QUÊ?

 

O impostômetro fechou 2013 com outro recorde: 1 trilhão e 700 bilhões de reais em tributos pagos pelos brasileiros. Fosse numa terra de lideranças e gente séria, a população até comemoraria, porque teria certeza de que grande parte dessa absurda fortuna, reverteria em serviços de qualidade em todas as áreas. Mas por aqui, só protestos. Corrupção, obras inacabadas, a classe política devoradora dos recursos públicos e a obesidade mórbida da estrutura de governo, garantem apenas que a maior parte dessa grana jamais chegará ao seu principal destino. Lamentável…

 

PERGUNTINHA

 

Depois de autorizar os índios a fazerem o que bem entendem, (inclusive matar?), que outras ações dantescas as estruturas de governo e de poder no Brasil vão priorizar contra a maioria do seu povo?

 

Fonte: Sergio Pires

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